Já de nada vale a pena esperar. Faz-me ficar tonta, o esforço, a correria, a espera. É já só parvoíce esperar, porque esperar é só de quem fica, de quem não tem medos, de quem tem todo o tempo do mundo.
E espero sempre, admito, aquele impulso que me faça escrever, o das leituras e comentários, a certeza de que quem me lê, não me esquece. Mas já me deixei de impulsos, assim deixei-me também de certezas. Deixa estar. Agora não vale a pena voltares tantas vezes e deixares palavras dessas. Deixa, não me ouviste?
Ou nem comeces a carta que me prometeste, ou não me dês a mão como um dia quiseste. Deixa, ouviste? Já não quero nada disso.
E não digo por o dizer, só por dizer.
Thursday, April 19, 2007
Tuesday, April 17, 2007
Wednesday, April 11, 2007
kingdom (of) hearts with a blessed broken road
"We pray for our sorrows to end, and hope that our hearts will blend. Now I will step forward to realize this wish.
And who knows? Starting a new journey may not be so hard or maybe it has already begun.
There are many worlds, but they share the same sky - one sky, one destiny."
"- Nothing's changed, huh?
- Nope. Nothing will.
- What a small world. But part of one that's much bigger. ...Yeah.
- ... what do you think it was the door to the light?
- This.
- This?
- Yeah. It's always closer than you think."
And who knows? Starting a new journey may not be so hard or maybe it has already begun.
There are many worlds, but they share the same sky - one sky, one destiny."
"- Nothing's changed, huh?
- Nope. Nothing will.
- What a small world. But part of one that's much bigger. ...Yeah.
- ... what do you think it was the door to the light?
- This.
- This?
- Yeah. It's always closer than you think."
Sunday, April 01, 2007
Há dias assim em que parece que tudo se cala. Que não há gargalhadas nem soluços, risos nem choros. Nada. Não há telefonemas nem cartas em que a voz de quem escreveu parece que nos grita aos ouvidos o que lá vem escrito; nem o barulho do abraço fechado ou do beijo que se dá na bochecha. E esses dias colam-se à pele como suor que arrepia, e dói nos confins do barulho que seja dia e que o sol vá alto até derreter. Barulho é de dia. Se há silêncio enquanto o dia se abre, e abre, e abre, então os olhos doem. Porque noite é silêncio, e se o silêncio vem de dia, de noite vem o barulho dos piores pesadelos que posso ter.
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