as perguntas que faço, meros ensaios, arrebatam esta louca insensatez. recuso-me a usar máscaras para me fazer forte, quando a força no meu corpo e mente é já absurda. portanto tento mais uma vez entender-te. peço-te pela última vez; não me mintas. de nada serve. não ganhas, eu também nunca ganharia. o sentir que o caminho que procuro é mesmo que todos abominam. eu procuro ainda a beleza em ti; por favor deixa-me encontrá-la. o ruído do constrangimento que não me invade, torna-se ridículo e sufocante. e parece viver para sempre.
isto que me invade é colossal. titânico. infantil e de total submissão. mas não tenho medo de admitir, como sempre to disse. diz-me que não tenha esperança em ti e cessarei de ter. não posso mais acreditar nos valores áureos do amor, enquanto as certezas da mente são as fraquezas do coração.
dirás adeus?
Thursday, September 24, 2009
Sunday, September 20, 2009
Friday, September 18, 2009
é o entender isto que me passa á frente dos olhos. as mãos repousadas atrás das costas vão contra o temporal que me explode no coração. é a minha tentativa de me fazer severa, quando perto de ti sou somente o que a sombra na parede sempre foi - rejubilante, terna, conformada. mas é revolta isto que sinto; o ter uma promessa de felicidade para a vida toda, e isso não me ser digno porque não te consigo tirar do coração. apesar de conseguir deixar que outras coisas mo absorvam, tu não cessas de estar, e de retirar de mim a força que me resta. e que direito tens tu? só me tiras tudo, e nada me dás. estas semanas sem que oiça de ti, e o destino que nos remete sempre para as mesmas ironias, seduz-me e desfaz-me nas advertências. és um fraco incapaz de amar uma aprendiz. és um cobarde incapaz de libertar quem aprisiona. és fraco porque preferes fortalecer-te das minhas fraquezas ao invés do meu amor por ti.
és fraco, e eu sou fraca por ainda hoje ter pensado em ti como se de facto acreditasse que não me conseguirei libertar. e não tens o direito de me fazer sentir fraca. nem hoje, nem ontem.
és fraco, e eu sou fraca por ainda hoje ter pensado em ti como se de facto acreditasse que não me conseguirei libertar. e não tens o direito de me fazer sentir fraca. nem hoje, nem ontem.
Friday, September 11, 2009
Thursday, September 10, 2009
You called from the room in your hotel/ all full of romance for someone that you met/ and telling me how sorry you were, leaving so soon/ and that you miss me sometimes when you're lonely in your room/ do I feel lonely too?/ you have no right to ask me how I feel/ you have no right to speak to me so kind/ we can't go on just holding on to time/ now that we're living separate lives/ well I held on to let you go/ and if you lost your love for me, well you'll never let it show/ there was no way to compromise/ so now we're living separate lives/ oh, it's so typical, love leads to isolation,/ so you build that wall/ yes you build that wall/ and you make it stronger/ well you have no right to ask me how I feel/ you have no right to speak to me so kind/ some day I might find myself looking in your eyes/ but for now, we'll go on live separate lives/ yes for now, we'll go on living separate lives
Wednesday, September 09, 2009
que o medo invade qualquer solidão
Estou perto de chegar onde não estás; onde a imortalidade vai florir como antes. As coisas que vão desaguando de mim, aos poucos, morrem aos pés das minhas tentativas frustradas que entender. missão totalmente falhada, digo-me. Dói ter-te mostrado as asas. Dói que nem nunca tiveste um pouco de respeito pelas nossas mãos dadas, tão diferentes. Não passou de uma mão para ti; já eu cabia só numa tua, sempre que estava contigo. E ainda me sentia aconchegada. Não podia chegar, não mereço eu ter mais que mentira?, não mereço eu ao menos que sejas meu amigo?, pelo menos amiga, já que outra verdade já sei eu que não podes sentir. Nem por mim, nem por ninguém.
Acreditei que tinha de correr atrás do que mutilei de mim, em busca de algo que nunca serenou, para que reparasses que me tinhas. Nem fizeste caso, como se sempre o tivesses totalmente empregue em tudo o que me fingiste dar. Hoje os rios que desaguaram como ambivalentes, encontram-se e fazem todo o sentido.
Nem nunca te pedi para me seres fiel; apenas que o fosses a ti. Nem tentaste. Nem conseguirias. E ás vezes as coisas são preto e branco. O quanto eu gostava de ti era tão, tão simples.
Acreditei que tinha de correr atrás do que mutilei de mim, em busca de algo que nunca serenou, para que reparasses que me tinhas. Nem fizeste caso, como se sempre o tivesses totalmente empregue em tudo o que me fingiste dar. Hoje os rios que desaguaram como ambivalentes, encontram-se e fazem todo o sentido.
Nem nunca te pedi para me seres fiel; apenas que o fosses a ti. Nem tentaste. Nem conseguirias. E ás vezes as coisas são preto e branco. O quanto eu gostava de ti era tão, tão simples.
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